A diferença entre Electron Pressure e Proton Pressure
Os protões são partículas de carga positiva localizadas no núcleo dos átomos. O termo “Proton Pressure” descreve a pressão exercida pelo conteúdo de protões no campo elétrico do corpo. O valor ideal situa-se entre 65 e 70 — abaixo de 65 indica tendência energética ácida, acima de 70 indica tendência alcalina. Trata-se de uma medição energética e não se relaciona diretamente com o pH de líquidos corporais como urina ou saliva.
Os electrões são partículas de carga negativa que orbitam o núcleo atómico. Em conjunto com a pressão de protões, a “Electron Pressure” reflete o pH energético do organismo. O ideal é que ambas estejam equilibradas (por exemplo, 70:70). Quando a pressão de protões é baixa e a de eletrões alta, há tendência ácida; quando é o inverso, há tendência alcalina.
Podemos ter quatro combinações possíveis entre a Proton Pressure e a Electron Pressure, cada uma com implicações energéticas distintas:
- Protões altos / Electrões altos – pH energético equilibrado mas num nível geral elevado (ligeira alcalinidade global), podendo refletir metabolismo mais lento e menor disponibilidade de iões H⁺, comum em dietas excessivamente alcalinizantes.
- Protões baixos / Electrões baixos – pH energético equilibrado mas num nível geral baixo (ligeira acidez global), indicando maior carga de H⁺ e possível fadiga celular ou acumulação de ácidos metabólicos.
- Protões altos / Electrões baixos – pH energético alcalino (excesso de carga positiva), associado a baixa condutividade elétrica e retenção de cargas positivas, podendo surgir em inflamações crónicas ou dificuldade de descarga de eletrões.
- Protões baixos / Electrões altos – pH energético ácido (excesso de carga negativa), associado a maior condutividade elétrica e instabilidade iónica, frequente em estados de stress agudo, fadiga ou metabolismo acelerado com elevada produção de ácidos.