Porque o meu problema não aparece na Matriz? por Fredy Vinagre

Porque o meu problema não aparece na Matriz? (ou eu acho que não aparece)

O facto de o paciente ter uma patologia real, diagnosticada clinicamente (Doença Y), e esta não aparecer nas cores de alta reatividade na Matriz Principal após o Test, deve-se a três motivos:

  1. O Fenómeno da Hipo-reatividade ou “Bloqueio de Energia” (Scores Baixos)
    No Clasp, a reação do corpo ao teste baseia-se na Reatância Eletro-Fisiológica (EPR).
    • O Motivo: Quando uma doença se torna crónica, degenerativa ou está enraizada há muito tempo, o sistema imunitário do paciente entra em exaustão e simplesmente deixa de reagir a esse estímulo. O organismo adaptou-se energeticamente à doença ou esgotou a sua capacidade de resposta.
    • Em vez de procurar no topo (vermelhos/scores > 100), ordene a Matriz por valor (Sort by Value) e vá ao fundo absoluto da lista. Procure por valores criticamente baixos, abaixo de 40 ou 30. No manual, uma reacção extremamente baixa para um patógeno ou órgão tem o mesmo peso clínico (ou até mais grave) do que uma reacção alta, pois indica uma zona de “silêncio biológico” ou paralisia de reação. Já expliquei este conceito ao explicar a Barra de Selye.
  2. O Princípio da Cebola
    O software não mede o diagnóstico alopático final; ele mede o stress biológico atual do exato milissegundo do teste.
    • O Motivo: O que causou a Doença Y no paciente (a causa primária) pode já não ser o fator que está a causar stress ativo hoje. Por exemplo, o paciente pode ter uma patologia hepática (Doença Y), mas o teste de hoje mostra uma reatividade enorme a um metal pesado, a uma emoção retida ou a um parasita.
    • O corpo equilibra-se por camadas (como uma cebola). O Clasp vai sempre mostrar em vermelho aquilo que o corpo tem capacidade e urgência de resolver hoje. Tratar o que está em vermelho na sessão atual vai, gradualmente, “descascar” as defesas do organismo até que, em sessões futuras, a verdadeira frequência da Patologia Y finalmente venha à superfície e apareça reativa.
  3. Falta de Energia de Base para Resposta (Amperagem e Voltagem Baixas)
    O sistema precisa que o organismo gaste uma micro-quantidade de energia eletrodinâmica para conseguir medir a reatância a cada item da matriz.
    • Se o paciente estiver num estado de debilidade profunda, fadiga crónica extrema ou severamente desidratado, os valores gerais de Amperagem (Amps) e Voltagem (Volt) no ecrã principal estarão muito baixos.
    • Sem energia imunitária de base (principalmente amperagem baixa), o sistema não consegue gerar os diferenciais de potencial necessários para fazer saltar as reacções da matriz.

O que fazer na prática?
Se sabe que o paciente tem a Doença Y e quer trabalhar nela, embora ela não tenha saído nas cores mais altas:

  1. Use a Caixa de Pesquisa (Search): Digite o nome da doença, do órgão afetado ou do patógeno associado na Matriz Principal para localizá-lo.
  2. Ative a função Individual Test ou avance para o Zap: Selecione o item manualmente e force um teste individual ou envie a terapia diretamente. O facto de não estar em vermelho não o impede de intervir manualmente se houver uma indicação clínica clara. A escuta ativa feita ao que o seu paciente disse é sempre mais importante e relevante do que qualquer outro indicador.

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