Continuação do Manual sobre a linguagem por Fredy Vinagre
“Isso vai dar-me choques? Vou sair daqui com o cabelo em pé?”
Não. Fique descansado que não vai parecer que meteu os dedos na tomada. O sistema trabalha a um nível “sub-sensorial”. Isto é uma forma de dizer que a comunicação é tão rápida e subtil que o seu sistema nervoso a “ouve”, mas a sua pele não a sente. É como o comando da televisão: muda o canal, mas não sente o infravermelho a bater-lhe na testa.
“Tenho de tirar a roupa? É que eu sou muito friorento…”
Não, por favor, mantenha a roupa vestida! Os sensores são colocados apenas na testa. O sistema lê frequências elétricas, não precisa de contacto direto com a pele do corpo todo. Pode vir de fato de treino ou de smoking, é totalmente indiferente.
“É bruxaria? Como é que uma caixa de metal sabe que eu ando stressado com o trabalho?”
Não é magia, é física. O seu corpo é, no fundo, uma bateria complexa que emite sinais o tempo todo. Quando está stressado, a sua “eletricidade” muda. O que a máquina faz é o mesmo que um sintonizador de rádio: procura onde é que o sinal está com “ruído” (stress) e tenta sintonizar a estação correta novamente.
“Isto é radioativo? Vou sair daqui a brilhar no escuro?”
Não. Isto não é um raio-X nem uma TAC. Não estamos a “disparar” nada contra si. O sistema funciona mais como um multímetro de um eletricista: mede o que já está lá e envia frequências naturais para harmonizar. É mais seguro do que falar ao telemóvel encostado ao ouvido.
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